Fonte: Grande Prêmio
Quatro importantes veículos de comunicação europeus cravaram nestes últimos dois dias que as negociações entre a Williams e Kimi Raikkonen foram encerradas. Ainda que nada seja confirmado oficialmente, o fracasso no acordo altera o cenário da F1 para 2012 entre as equipes que ainda avaliam suas possibilidades.
Primeiro, os jornais espanhóis ‘Mundo Deportivo’ e ‘Marca’ sinalizaram que a Williams não faria nenhum anúncio no GP do Brasil — prometido por membros da cúpula — e que as partes não haviam falado a mesma língua pela exigência do finlandês, que queria € 12 milhões mais uma parte acionária da equipe.
Ontem à noite, a BBC britânica também confirmou a informação da não aliança entre Kimi e Williams. Agora, é a revista ‘Auto Motor und Sport’ quem assegura, mencionando o mesmo valor financeiro pedido por Raikkonen como salário, e sem o acordo, Frank Williams fica de pires na mão com relação ao Qatar National Bank, com quem esperava assinar e salvar sua pele.
Até porque a Force India prometia também revelar sua dupla aqui no Brasil e também desistiu, o novo favorito à vaga é Adrian Sutil, atual titular da equipe de Vijay Mallya e que já sabe que não terá lugar lá em 2012, já que Nico Hülkenberg vai ocupá-lo ao lado de Paul di Resta. Sutil tem patrocínio bom, o da Medion, avaliado em € 6 milhões.
Rubens Barrichello tem buscado em empresas brasileiras um patrocínio para se manter na F1, mas o valor é metade do montante que empurra Sutil, como revelou o Grande Prêmio. Outro concorrente de peso orçamentário relevante é o finlandês Valtteri Bottas.
A Lotus Renault, desesperada para ter alguém que seja um Robert Kubica em sua vida, agora já tem o nome de Raikkonen em destaque na sua lista. Ontem em Interlagos, o chefe Eric Boullier admitiu que o finlandês está entre as opções para o ano que vem dentre os sete nomes com que trabalha. O dirigente também revelou que, apesar de conversas e trocas de e-mails, Barrichello não deve alimentar expectativas.
Assim, mesmo com todo o esforço que tem feito e com o apoio de todos os seus colegas, passa a ser grande a possibilidade de que o GP do Brasil de logo mais seja o último na carreira do brasileiro na F1.
Quatro importantes veículos de comunicação europeus cravaram nestes últimos dois dias que as negociações entre a Williams e Kimi Raikkonen foram encerradas. Ainda que nada seja confirmado oficialmente, o fracasso no acordo altera o cenário da F1 para 2012 entre as equipes que ainda avaliam suas possibilidades.
Primeiro, os jornais espanhóis ‘Mundo Deportivo’ e ‘Marca’ sinalizaram que a Williams não faria nenhum anúncio no GP do Brasil — prometido por membros da cúpula — e que as partes não haviam falado a mesma língua pela exigência do finlandês, que queria € 12 milhões mais uma parte acionária da equipe.
Ontem à noite, a BBC britânica também confirmou a informação da não aliança entre Kimi e Williams. Agora, é a revista ‘Auto Motor und Sport’ quem assegura, mencionando o mesmo valor financeiro pedido por Raikkonen como salário, e sem o acordo, Frank Williams fica de pires na mão com relação ao Qatar National Bank, com quem esperava assinar e salvar sua pele.
Até porque a Force India prometia também revelar sua dupla aqui no Brasil e também desistiu, o novo favorito à vaga é Adrian Sutil, atual titular da equipe de Vijay Mallya e que já sabe que não terá lugar lá em 2012, já que Nico Hülkenberg vai ocupá-lo ao lado de Paul di Resta. Sutil tem patrocínio bom, o da Medion, avaliado em € 6 milhões.
Rubens Barrichello tem buscado em empresas brasileiras um patrocínio para se manter na F1, mas o valor é metade do montante que empurra Sutil, como revelou o Grande Prêmio. Outro concorrente de peso orçamentário relevante é o finlandês Valtteri Bottas.
A Lotus Renault, desesperada para ter alguém que seja um Robert Kubica em sua vida, agora já tem o nome de Raikkonen em destaque na sua lista. Ontem em Interlagos, o chefe Eric Boullier admitiu que o finlandês está entre as opções para o ano que vem dentre os sete nomes com que trabalha. O dirigente também revelou que, apesar de conversas e trocas de e-mails, Barrichello não deve alimentar expectativas.
Assim, mesmo com todo o esforço que tem feito e com o apoio de todos os seus colegas, passa a ser grande a possibilidade de que o GP do Brasil de logo mais seja o último na carreira do brasileiro na F1.
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