Grande Prêmio
Os planos da Lotus — antiga Renault — são ambiciosos. Após assinar com o campeão Kimi Raikkonen, a equipe planeja conquistar o título mundial em "dois ou três anos", segundo o próprio chefe de equipe, Eric Boullier. Com a chegada de Romain Grosjean, o dirigente gaulês explicou que mudar os dois pilotos fazia parte do projeto para chegar ao topo.
A Lotus Renault terminou a temporada 2011 da F1 com Bruno Senna e Vitaly Petrov, mas acabou surpreendendo ao assinar com Kimi Raikkonen para o próximo campeonato. Na última quarta-feira (7), foi a vez de Grosjean ser confirmado na segunda vaga, em detrimento de Senna e Petrov, que disputavam o posto restante.
Com a mudança no plantel, Boullier disse que dispensar ambos os pilotos "não foi elegante", mas correspondia à vontade da Genii, empresa dona da equipe, para chegar ao título. Grosjean, que já havia sido demitido da Renault no fim de 2009, volta agora à equipe depois de ter feito bons testes e ter sido campeão da GP2 em 2011.
Os anúncios de Raikkonen e Grosjean sacramentaram o fim da espera da Lotus por Robert Kubica. Anteriormente, Boullier chegou a criticar o contrato do piloto, que permitia competir em ralis. O acidente sofrido pelo polonês no começo do ano e a consequente ausência na temporada, segundo o chefe da equipe, atrasou todo o cronograma para voltar a figurar entre os líderes.
“Eu não sei se vai haver futuro entre Robert e a Lotus. Nós estávamos esperando Robert para saber de seus planos. Eu adoraria sentar com ele e com o empresário para saber o que fazer para que ele volte à F1. Se nós pudermos ajudar, nós vamos, mas já assinamos com nossos pilotos para o próximo ano e gostaríamos de permanecer com eles”, encerrou.
Os planos da Lotus — antiga Renault — são ambiciosos. Após assinar com o campeão Kimi Raikkonen, a equipe planeja conquistar o título mundial em "dois ou três anos", segundo o próprio chefe de equipe, Eric Boullier. Com a chegada de Romain Grosjean, o dirigente gaulês explicou que mudar os dois pilotos fazia parte do projeto para chegar ao topo.
A Lotus Renault terminou a temporada 2011 da F1 com Bruno Senna e Vitaly Petrov, mas acabou surpreendendo ao assinar com Kimi Raikkonen para o próximo campeonato. Na última quarta-feira (7), foi a vez de Grosjean ser confirmado na segunda vaga, em detrimento de Senna e Petrov, que disputavam o posto restante.
Com a mudança no plantel, Boullier disse que dispensar ambos os pilotos "não foi elegante", mas correspondia à vontade da Genii, empresa dona da equipe, para chegar ao título. Grosjean, que já havia sido demitido da Renault no fim de 2009, volta agora à equipe depois de ter feito bons testes e ter sido campeão da GP2 em 2011.
Os anúncios de Raikkonen e Grosjean sacramentaram o fim da espera da Lotus por Robert Kubica. Anteriormente, Boullier chegou a criticar o contrato do piloto, que permitia competir em ralis. O acidente sofrido pelo polonês no começo do ano e a consequente ausência na temporada, segundo o chefe da equipe, atrasou todo o cronograma para voltar a figurar entre os líderes.
“Eu não sei se vai haver futuro entre Robert e a Lotus. Nós estávamos esperando Robert para saber de seus planos. Eu adoraria sentar com ele e com o empresário para saber o que fazer para que ele volte à F1. Se nós pudermos ajudar, nós vamos, mas já assinamos com nossos pilotos para o próximo ano e gostaríamos de permanecer com eles”, encerrou.
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