O tetracampeão Alain Prost está em Mônaco como embaixador da Renault, fornecedora de motores de quatro equipes na atual F1, e contou que está surpreso com o desempenho de Kimi Räikkönen neste início de temporada. Contratado pela Lotus no final de 2011 após ficar dois anos disputando ralis, o finlandês vem se mostrando inteiramente adaptado a categoria e já conseguiu dois pódios – o segundo lugar no GP do Bahrein e a terceira colocação na Espanha.
"É um pouco surpreendente quando eu o vejo", disse Prost. "A sua mentalidade e sua atitude são muito boas. Ele ainda é Kimi e gosto dele porque, pelo menos, ele não está jogando um jogo. Nós todos conhecemos ele, sua atitude e, se você aceitá-lo, ele não é um mau piloto”, explicou.
Após um ano ruim na Ferrari em 1991, Prost optou por um ano sabático no ano seguinte e voltou apenas em 1993, para conquistar o título pela Williams. Por isso, o francês sabe que o retorno não é fácil. "Não é fácil voltar após dois anos. É bastante impressionante e ele pode ser uma grande surpresa este ano”, falou.
O ex-piloto de McLaren comparou as situações de Räikkönen e de Michael Schumacher, que voltou para F1 em 2010, ainda não conquistou nenhum grande resultado pela Mercedes e sua vaga na equipe é alvo de especulações. "Eu nunca fui 100% sobre isso [o retorno]”, disse. “Acho que ele realmente queria ser campeão do mundo novamente e, talvez, isso tenha sido ambicioso demais”, finalizou.
Fonte: Grande Prêmio
"É um pouco surpreendente quando eu o vejo", disse Prost. "A sua mentalidade e sua atitude são muito boas. Ele ainda é Kimi e gosto dele porque, pelo menos, ele não está jogando um jogo. Nós todos conhecemos ele, sua atitude e, se você aceitá-lo, ele não é um mau piloto”, explicou.
Após um ano ruim na Ferrari em 1991, Prost optou por um ano sabático no ano seguinte e voltou apenas em 1993, para conquistar o título pela Williams. Por isso, o francês sabe que o retorno não é fácil. "Não é fácil voltar após dois anos. É bastante impressionante e ele pode ser uma grande surpresa este ano”, falou.
O ex-piloto de McLaren comparou as situações de Räikkönen e de Michael Schumacher, que voltou para F1 em 2010, ainda não conquistou nenhum grande resultado pela Mercedes e sua vaga na equipe é alvo de especulações. "Eu nunca fui 100% sobre isso [o retorno]”, disse. “Acho que ele realmente queria ser campeão do mundo novamente e, talvez, isso tenha sido ambicioso demais”, finalizou.
Fonte: Grande Prêmio
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