Finlandês evita fazer previsões e diz que meta é marcar pontos na Austrália
Depois de quase cinco meses de intervalo, a F-1 volta à ação em Melbourne, na Austrália. E, junto com ela, Kimi Raikkonen.Apesar da fama de festeiro, o finlandês afirmou ter se divertido bastante neste período, ao lado da família e dos amigos; inclusive, participou de ralis em sua terra natal."Aproveitei este intervalo de inverno mais que o habitual. Passei boa parte do tempo com a família e os amigos, na Suíça e na Finlândia, mas treinei forte, também, de uma forma diferente, para ficar pronto para a temporada", analisou."Entre outras coisas, participei de dois ralis na Finlândia. Me diverti muito, e serviu como um bom treino para as corridas que vêm por aí", continuou o piloto, que atestou: "Agora, é hora de levar as coisas a sério"."Mal posso esperar para correr. Colocar o capacete e competir é algo que vale a pena. Apesar dos poucos testes, foi divertido trabalhar em um carro totalmente novo. Parece que se passou muito tempo desde a última corrida, no Brasil."E, assim como os outros competidores, Raikkonen passou longe de apostar em algum favorito. "É difícil fazer previsões, considerando as grandes mudanças no regulamento"."A Ferrari foi competitiva nos testes, mas a verdade será vista em Melbourne, quando todos andarão ao mesmo tempo e com o mesmo combustível", continuou o piloto, que espera uma real ordem de forças no GP da Malásia, marcado para o dia 5 de abril.
"Só lá é que veremos nossa força real. Talvez tenhamos de esperar algumas provas para ter uma visão mais clara da situação. Poderemos ter uma prova disso na Malásia, pois Melbourne é uma corrida muito particular"."A meta é ganhar pontos logo de cara", encerrou o campeão mundial de 2007.
Para Kimi, é cedo para prever eficácia do Kers
Um dos objetivos da implantação do Kers (sistema de recuperação de energia cinética) na Fórmula 1 é aumentar o número de ultrapassagens, mas para o campeão de 2007 Kimi Raikkonen ainda é cedo para saber se o objetivo será cumprido.
O Kers reaproveita a energia dissipada nas freadas e a transmite ao motor em forma de potência. Resumindo: a cada disparo através de um botão no volante, o propulsor ganha 80 cavalos em um período de seis segundos. Porém, como a asa traseira ficou menor, a zona de vácuo criada pelos carros ficou menor e isso pode atrapalhar as tentativas de ultrapassagens em retas longas.
- A Ferrari toda ficou surpresa ao ver como o Kers funcionou nos testes. Todos esperam mais ultrapassagens, mas ainda é cedo para saber se isso vai funcionar - comentou Kimi, que usará o Kers na abertura do Mundial, domingo, na Austrália.
O Kers reaproveita a energia dissipada nas freadas e a transmite ao motor em forma de potência. Resumindo: a cada disparo através de um botão no volante, o propulsor ganha 80 cavalos em um período de seis segundos. Porém, como a asa traseira ficou menor, a zona de vácuo criada pelos carros ficou menor e isso pode atrapalhar as tentativas de ultrapassagens em retas longas.
- A Ferrari toda ficou surpresa ao ver como o Kers funcionou nos testes. Todos esperam mais ultrapassagens, mas ainda é cedo para saber se isso vai funcionar - comentou Kimi, que usará o Kers na abertura do Mundial, domingo, na Austrália.
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