7.04.2010

Rally Sprint: Kimi Show -Tradução - Parte II - FINAL

SEMPRE TESTANDO

"Este apenas é o décimo rally da minha vida", Kimi disse exatamente antes da corrida com um pouco de timidez, modesto, sem achar justificações. Ou talvez sim. Por trás dessa mascara de "olhos de gelo" aparentemente impenetrável, provavelmente, Kimi – muitas vezes - não deve ficar confortável, este ano. Toda vez que ele vai enfrentar um desafio novo e apenas algumas vezes ele foi eficiente. Não foi fácil. Antes dele ninguém já havia encarado um salto desse tipo de trocar a F1 pelo Rally tão de repente e em um nível tão alto. Indo quase 'sem rede', para um desafio que tem pessoas como Loeb e companhia, que conhecem de cor as etapas do WRC e que sabem, como preparar os acertos de um carro do WRC, o que não é nada fácil. E também não é fácil para um WDC de F1. Parece até mesmo algo presunçoso. E talvez seja um pouco mesmo. Mas a abordagem do Raikkonen nesse novo esporte não é em tudo de presunção, ao contrario, isso aconteceu com humildade. Você nunca tinha visto um campeão de F1 ou de outro esporte, abandonando tudo e começando tudo outra vez, e não sendo tão jovem (para este esporte), com 30 anos de idade. Kimi começou os rallies quando os outros chegaram ao sucesso e já estão pensando em parar.

TUDO E AGORA PARA KIMI

Muito mais suave foi o aprendizado de Robert Kubica, o outro piloto da F1 que ama rallies. O polonês sempre que pode participar de rallies, todos no asfalto até agora. Quando ele definitivamente passar para as corridas de estrada, ele já será um piloto de rally. Não Kimi. Ele não se deu este tempo. Ele queria tentar fazer tudo e imediatamente, ao vivo. O balanço de seu desempenho, após seis meses é mediocre, mas somente porque o destino que ele escolheu era praticamente inatingível. Na Suécia ele estava em sua Terceira corrida no gelo, a segunda com um carro WRC. Ele mostrou um festival de saidas de estradas, mas não fez grandes estragos no carro o que nestas condicôes já é algo bom. O Mexico foi seu primeiro rally no cascalho, com um carro WRC, e ele não estava indo tão mal. “Ele foi mais rápido do que a música” assim eles dizem na França, quando alguém exagera e perde o ritmo. E Kimi exagerou no México, mas simplesmente porque queria ir na velocidade maxima. E nós pensamos que isto é normal, para aquele cuja tarefa é ser um piloto de corridas ...

Depois veio o Rally da Jordânia, onde ele conseguiu seus primeiros pontos. Mas o oitavo lugar obtido no Rali do Oriente Médio não o satisfez, e deixou isto bem claro, fazendo um gesto com a mão. Em seguida, o primeiro raio de luz, o quinto lugar na Turquia. Sempre com uma lacuna enorme para a ponta (mais de 6 minutos), mas na frente de pilotos muito mais experientes do que ele, como por exemplo, Matthew Wilson. Um piloto jovem, experiente . "Na Turquia, eu gostei mesmo", sussurra Kimi com um fio de voz. Depois deste ele esteve ausente na Nova Zelândia, etapa quenão estava em seu cronograma, Räikkönen chegou a Portugal, onde "tive mais dificuldades do que eu esperava e eu não podia fazer nada de bom"explicou o Iceman.

AGORA, O ASFALTO ESTA VINDO

E agora, a Bulgária, uma promissora pista depois da boa corrida na Lanterna, seguida pela Finlândia, onde ele já correu com o Super2000, indo rápido, em seguida, de novo no asfalto na Alemanha - em uma corrida técnica e complicada. São três rallies onde o Kimi pode ir muito bem. Então nós teremos a grande final, com duas corridas difíceis para ele, no Japão e no País de Gales e duas no asfalto, sendo na França e na Espanha, onde poderia dar outro passo novamente. No final, o Kimi vai decidir o que vai fazer, se ele continua nos rallies que ele tanto ama ou não. "Sem pressão, eu não tenho pressa para decidir nada", sussurra ele.

Fonte: Rally Sprint – Tradução it - en: Tânia S / Tradução pt: do Team

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