TRADUÇÃO:
Os planos de testes para Kimi Raikkonen
Revelado: Os planos da Renault para o Campeão Mundial voltar com velocidade em um carro de F1. Por.: Edd Straw
A Renault esta se preparando para dar a Kimi Raikkonen testes em um carro especifico de 2009 para preparar o seu retorno a Formula 1.
O ex-Campeão Mundial não tem pilotado um carro de Formula 1 desde o seu Grande prêmio final em Abu Dhabi pela Ferrari em 2009. Os testes de pré-temporada estão limitados há onze dias por equipe, com direito a mais quatro dias na temporada de testes de Mungello em Maio, o que dá ao piloto de 32 anos apenas seis dias nos carro de 2012 da equipe no próximo Fevereiro antes da abertura da temporada no Grande Prêmio da Austrália.
O finlandês é esperado na base da equipe em Estone amanha (Sexta-feira) para começar a preparar o seu retorno na F1. Como no seu acordo, que foi acertado com o dono da equipe Genii Capital, foi concluído rapidamente, um programa definitivo ainda tem de ser decidido. Mas os planos para as datas de testes estão na agenda de discussões para amanha.
O chefe da equipe, Eric Boullier, esta confiante que com um pouco de tempo de em pista, Raikkonen vai estar de volta ao seu melhor – fazendo testes em um carro antigo seria um passo natural.
“Discutimos algumas possibilidades, mas nada esta confirmado”, Boullier contou ao AUTOSPORT.
“É lógico dar a ele uma corrida. Talvez dias de treinos, você tem que dar a ele mais algum tempo para conseguir o sentimento de volta. Testes na pista vão logo trazer a ele seus antigos reflexos de volta. Deve ser bom para ele também usar nosso novo simulador”.
KIMI, NÃO SCHUMACHER
Raikkonen não tem sentando sozinho para pilotar desde Novembro de 2009, desde então ele tem competido World Rally Championship tendo um sucesso limitado e competiu por duas vezes na NASCAR – em eventos sancionados.
A comparação com Michael Schumacher, no qual admitiu ter levado um ano para se adaptar a F1 novamente, é obvia. Boullier esta certo de que a motivação de Raikkonen é suficiente para passar por este processo, mas ele adicionou que a diferença de idade e o tempo que Schumacher ficou longe, três anos, não deixa a situação ser a mesma.
“A diferença entre Michael e Kimi é o tempo que eles tiveram fora”, disse Boullier. “E eles não tem a mesma idade. Kimi não vai precisar de tanto tempo voltar e eu acho que ele vai ser capaz de estar 100% rapidamente”.
Boullier confirmou que este contrato em parte se deve ao fato de Robert Kubica não poder estar disponível para começar a temporada de 2012. Ele vê o finlandês tendo potencial para estabilizar a si mesmo como líder de equipe e não esta preocupado que aquela motivação que fez ele largar a Ferrari no final de 2009 foi que ele não foi capaz de estimular o quanto a equipe esperava.
“Precisamos de experiência,” disse Boullier. “O fato de ele ter vencidos tantas corridas, e ter estado em uma equipe como a McLaren, significa que ele definitivamente pode ser positivo para ele mesmo como um líder de equipe. É obvio e lógico”.
ASSINANDO
É claro que a assinatura de Raikkonen foi comandada pelo dono da equipe Genii Capital, que estava determinado a atrair um grande nome para fazer uma limpeza nas ambições da equipe após a difícil temporada.
A AUTOSPORT entende que tem algum ceticismo entre a equipe sobre o nível de Raikkonen de comprometimento, particularmente depois das discussões sobre a possibilidade de retorno com a equipe em 2011 desmoronou acrimoniosamente. Entando, o maximo de força vai agora ser colocado para garantir que um piloto no qual a habilidade não esta em questão, mas que a motivação as vezes entra em duvida, acima de quiasquer expectativa.
“Este era um ajuste fácil com uma fácil negociação”, ele disse sobre o acordo. “Ambas as partes tem o mesmo nível de interesse e Kimi claramnete mostrou a sua motivação”.
A equipe ainda tem que finalizar quem deve ser o segundo piloto enqunato a AUTOSPORT se aproxima para uma entrevista, com o lugar de Vitaly Petrov em duvida. Adrian Sutil, Romain Grosjean e Bruno Senna são alguns dos cotados.
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AUTOSPORT diz...
Melbourne pode ter Albert Park, mas não tem um “Royal Welsh Showground”. O final de Kimi Raikkonen – por agora – na memória do WRC provavelmente não deve ser a última.
Marchando para fora dos estábulos, o finlandês deixa o seu acento no Citroen DS3 WRC no service parecendo um trapo, usado e com pena de si mesmo.
A saída de Raikkonen no Rally GB foi prematura. Ele poderia ter voltado e corrido pelas florestas por mais um dia. Ele voltará, mas, pelos próximos dois anos, o fato é – ele fez o seu trabalho com o WRC.
E, em toda a minha honestidade, o WRC já deu pra ele.
O Rally amou, amou, a historia de Raikkonen no ano passado. Mas este ano, a novela se desgastou. Ele não foi o Jim Clark dos tempos modernos como todos nós sem vergonhamente alucinamos que ele seria. Em vez disso, ele foi um cara que disputava com Federico Vilagra por posições inferiores nos pontos. Quando ele não falhava.
Raikkonen é um Campeão Mundial no circuito, e brilha quando ele falou de uma possibilidade em Le Mans entrando com um Peugeot 907 testemunhando um amor de roda com roda em ação.
Qaundo ele pulou o Rally da Austrália, citando a distância alarmante entre a sua porta da frente e o “Coffs Harbour”, o seu interesse no WRC estava em declínio. Quando ele saiu do País de Gales mais cedo, a escrita estava na parede.
Tradução dos Scans: do Team




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